20.ago.2013

Adaptação na escolinha: quando a segurança da mãe faz a diferença!

adaptacaoescola

Há 3 meses, quando voltamos para Porto Alegre, já percebíamos que o Antônio precisava ir à escola para poder brincar com outras crianças e aprender coisas novas. Em meio a tantas mudanças na nossa vida, nos preparamos para esta nova etapa.

A adaptação na escola é sempre um momento delicado, tanto para a criança, como para os pais. Imaginamos que passaríamos pelo que já tínhamos enfrentado em Fortaleza. Começaria tudo de novo, o que não seria fácil, mas que era necessário.

A adaptação do Antônio na escolinha foi melhor do que previmos. Durante os dias de adaptação ele não chorou, nem reclamou, aliás, houve dias em que ele não queria ir embora para casa, acreditam?

Um fator determinante para essa adaptação ser diferente da primeira vez foi nossa confiança depositada na escola. A escola atual dele é a mesma em que meu sobrinho estudou durante 4 anos. Minha irmã nos recomendou muito.

Outra grande diferença entre as duas escolas é o tamanho. A escola atual é bem menor e mais integrada – todos sabem o nome dele e o conhecem. Para mim esta proximidade com a direção, os professores e os funcionários, com menos formalidades e mais aconchego, é a mais adequada para as crianças pequenas e mais tranquilizadora para as mães.

Assim, eu me senti mais segura e com certeza o guri percebeu isso e se sentiu mais seguro também. Esta primeira fase da adaptação foi ótima!

Nesta época estávamos enfrentando também um problema com a alimentação do Antônio. Com tantas mudanças nas nossas vidas: de cidade, de residência, de carro, de escolinha e etc, os hábitos alimentares mudaram. Quando ele não queria comer brócolis, eu deixava, pois achava que a mudança poderia estar sendo difícil e eu não queria dificultar mais fazendo com que ele comesse tudo. Mas confesso que estava preocupada. Ele só queria comer feijão, arroz e farofa. Não queria mais comer carnes, muito menos legumes e verduras. Até as frutas ele estava rejeitando.

Com o almoço na escola, eu fiquei esperançosa, pois lá ele veria os amigos comendo e também comeria, seguindo o exemplo das outras crianças. E foi isso que aconteceu. Nas duas primeiras semanas ele quase não aceitava a comida, mas depois se rendeu ao tempero diferente e hoje ele come de tudo, e tem dias que até repete. Hoje ele não depende mais da farofa, come a saladinha e em casa, depois de comer tudo, ele pede para anotarmos na agenda o que comeu, como fazem na escola. Até trouxemos esse método para casa; fizemos um mural e anotamos o que ele faz de bom, para que sirva como um incentivo. E cá entre nós, existe uma felicidade maior do que quando nosso filho come tudo?

Hoje estou tranquila com a escolha da escola, estou com o coração em paz! Claro que têm dias que o ninho fica vazio, tenho vontade de ficar com ele em casa, tento aproveitar esse tempo em que ele está na escola e trabalhar, praticar esporte e cuidar de mim e agora que estou grávida de novo, aproveito para descansar. E quando vou buscá-lo na escola, é aquela festa e curtimos aquela saudade gostosa que ficou de uma tarde na escolinha…

E com vocês, quais os pontos positivos que vocês vêem desde que o seu filho entrou na escolinha?

Beijos, Angi

naturamamaebebe

maedeguri

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