2.set.2011

As importância do brincar

são fontes de estímulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de auto-expressão. Talvez poucos pais saibam o quanto é importante o brincar  para o desenvolvimento físico e psíquico do seu filho. A idéia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.


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Brincar é tão importante para a criança como trabalhar é para o adulto. É o que a torna ativa, criativa, e lhe dá oportunidade de relacionar-se com os outros; também a faz feliz e, por isso, mais propensa a ser bondosa, a amar o próximo, a ser solidária.
A criança não é um adulto que ainda não cresceu. Ela tem características próprias. Para alcançar o pensamento adulto (abstrato), ela precisa percorrer todas as etapas de seu desenvolvimento físico, cognitivo, social e emocional. Seu primeiro apoio nesse desenvolvimento é a família. Posteriormente, esse grupo se amplia com os colegas de brincadeiras e a escola.
Brincando, a criança desenvolve potencialidades; ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula, classifica, compõe, conceitua, cria, deduz etc…
Sua sociabilidade se desenvolve; ela faz amigos, aprende a compartilhar e a respeitar o direito dos outros e as normas estabelecidas pelo grupo, e a envolver-se nas atividades apenas pelo prazer de participar, sem visar recompensas nem temer castigos. Brincando, a criança estará buscando sentido para sua vida. Sua saúde física, emocional e intelectual depende, em grande parte, dessa atividade lúdica.

Etapas

Brinquedos têm sua importância como instrumentos que auxiliam no aprendizado da criança e têm o poder estimulá-la tanto mental quanto fisicamente. Entretanto, o ato de brincar, nos dias de hoje, é muito diferente do que foi na últimas décadas.
O consumo exagerado mudou bastante a maneira como as crianças enxergam os brinquedos. Não há limite para a quantidade que elas desejam e os pais, por sua vez, acabam cedendo para satisfazer as vontades dos filhos.
É comum o quarto dos pequenos ficarem recheados de objetos, sendo que alguns foram usados somente uma vez! Pensamos que não apenas os filhos, mas os pais também devem repensar o consumo. Vamos lembrar dos 3 “R” do consumo consciente (reduzir, reutilizar e reciclar) e incentivar as crianças para que inventem novas brincadeiras!
Com imaginação – e isso elas têm de sobra! – é possível criar momentos inesquecíveis. Afinal, elas se divertem com qualquer coisa. Clicando aqui, você confere um post que fizemos com dicas de diversas brincadeiras simples que podem ser realizadas ao ar livre.
A jornalista Samantha Shiraishi divide suas experiências como mãe com os leitores de seu blog pessoal e, neste post, conta como foi sugerir aos filhos que abrissem mão de alguns brinquedos para doação.
Além disso, em 2008, Samantha experimentou não presentear as crianças com bens materiais no dia das crianças. Claro que a data não passou em branco: ela sugeriu aos filhos e aos familiares que, em vez de dar brinquedos, desfrutassem juntos de programas divertidos! “Nem todos toparam, é bem radical optar por consumo consciente em qualquer área da vida, mas sinto que já lançamos a semente. Quem sabe ela germina?” ela disse.
O site Joanninha também já plantou a sementinha do consumo consciente. Ele oferece uma variedade grande de brinquedos para serem alugados pela internet. Dessa maneira, as crianças podem brincar com diversos brinquedos sem, necessariamente, serem donas deles. Essa é uma proposta muito sustentável, não é mesmo?
E vocês? Já plantaram a sementinha do consumo consciente? Nunca é tarde para começar!

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