23.out.2014

Dica de Presentes para crianças {Por faixa etária}

Antes de ser mãe, minha maior dificuldade era escolher um presente para o sobrinho, ou mesmo para filhos de amigas. Depois que me tornei mãe, sofro quando é aniversário de menina, nunca sei o que dar. Para ajudar as mães, que assim como eu, têm duvidas na hora de escolher um presente, hoje tem dicas da Teresa Ruas, especialista em desenvolvimento infantil e consultora da Fisher-Price :

0 a 4 meses: chocalhos, mordedores; ginásios e tapetinhos com mobílies; mobílies; itens de borracha para banheira, brinquedos sonoros, são ótimas sugestões de presentes.

Nesta fase o bebê focaliza um objeto a uma distância entre 20 e 25 centímetros, mas não consegue ver detalhes. Ele também ouve sons agudos e fica quieto ao ouvir sons graves. Cada novo dia uma surpresa.

Dica: LIVRINHO TIGRE e LIVRINHO MACAQUINHO, possuem páginas molinhas e fáceis de virar, que ensinam situações como dia e noite. Ele também pode ser pendurado no carrinho, garantindo diversão por onde o bebê for.

tigrinho

4 a 8 meses: brinquedos de ação e reação, cubos/potes que possam estar seguros nas mãos e serem batidos um contra o outro; brinquedos que rolem para estimular o engatinhar; chocalhos.

Aos 5 meses o bebê não apenas vê perfeitamente objetos como consegue alcançá-los e levá-los à boca. Com 6 meses tudo muda, a capacidade de raciocínio está amadurecendo e precisa ser estimulada. No desenvolvimento da linguagem, a criança aprende, por meio dos brinquedos, que os sons forma palavras. Na parte motora, como o bebê já sabe pegar coisas, ele poderá ficar horas entretido em passar brinquedos de uma mão para a outra ou encaixando objetos. Por isso, jogos que estimulem a curiosidade são ideais nesta fase.

Lembre-se, quanto mais elogios, mais as crianças ficam estimuladas a buscar novas realizações.

Dica: Novo Bolinhas Mágicas oferece muita diversão e aprendizados para o bebê! Ele possui três modos de interação: aprender, música e bilíngue, o que garante brincadeiras diferentes com um mesmo produto. Faixa etária: 6 -36 meses.

novo bolinhas magicas_

8 a 18 meses: cubos para empilhar; potes para encaixe simples; brinquedos com corda para serem puxados; brinquedos de encaixe simples; instrumentos musicais e brinquedos sonoros.

Os primeiros 12 meses do Bebê foi uma fase cheia de descobertas. Mas ainda há muitos desafios pela frente. É nessa etapa que ele começa a desempenhar maior controle sobre seus movimentos e sobre os sons que emite. Agora ele está ainda mais entusiasmado, demonstrando vontade própria. Com mais consciência, acaricia ursinhos de pelúcia e aperta botões em seus brinquedos.

Dica: O Kit Doutorzinho Aprender e Brincar é cheio de magia. A maletinha interage com o bebê cada vez que ele a abre ou fecha. Contém um chocalho, um mordedor e um brinquedo com barulhinho. Todos imitando os utensílios médicos como, por exemplo, um estetoscópio. Vem também com a ficha do primeiro paciente da criança: o Cachorrinho. Além disso, ele é super portátil, já que tudo cabe na maleta.

dotorzinho

18 a 36 meses: fase de grande desenvolvimento simbólico e de representação dos significados. Brinquedos que explorem este universo (bonecas, carrinhos, telefones). Brinquedos de encaixe; potes para empilhar; bolas de diferentes tamanhos, peso e textura; livros musicais.

Logo que aprende a andar, o bebê se sente desafiado a fazer tudo sozinho. Ele já sabe pedalar em um triciclo e obedece a orientações simples. Seu vocabulário está cada vez maior, com 50 a 200 palavras. Nesta fase, ele precisa de brinquedos de “faz de conta”, já que o mundo mágico infantil é uma das principais formas de autodescobertas e vivências, auxiliando na percepção de seus limites e de suas possibilidades.

Dica: Hora do Lanchinho Aprender e Brincar – Com dois modos de brincadeira, o bebê vai aprender a contar o alfabeto, distinguir cores e ter noções de opostos. A Hora do Lanchinho combina encenação, organização, empilhamento e conteúdo eletrônico educativo. São atividades intermináveis para o bebê brincar o dia inteiro!

hora do lanchinho

Pré-escolares, de 3 a 6 anos: quebra cabeça; blocos para empilhar; jogos e brinquedos de encaixe com maiores desafios (diferente do encaixe simples); jogos e conjuntos para associar números, quantidades, cores, frutas, animais domésticos/selvagens e objetos; jogos com regras bem simples para desenvolver o comportamento em grupo; brinquedos para explorar a simbolização e imaginação (trem, avião, princesas, bonecas, carros); livros infantis.

Nesta fase, a criança usa sua imaginação e gosta de colocar acessórios e roupas para fingir ser algum personagem. Aos 4 anos, surgem as primeiras amizades verdadeiras. Ela entende os sentimentos das pessoas e tem boa coordenação, começando a praticar atividades como nada, anda de patins e dançar.

Crianças de 6 a 9 anos: jogos/brinquedos criativos e recreativos que estimulem as habilidades cognitivas e motoras; jogos com regras mais complexas que estimulem a convivência e valores grupais; quebra cabeça; livros infantis; livrinhos para desenhar e colorir.

Crianças de 9 a 12 anos: jogos com regras mais complexas e que exijam raciocínio; jogos e brinquedos utilizados ao ar livre que estimulem a competição, a convivência em grupo e o aprendizado social; livros; quebra cabeça.

Adolescentes (após os 12 anos): quebra cabeça com número alto de peças pequenas; jogos que estimulem a relação de causalidade nas hipóteses e na indução; jogos e brincadeiras que estimulem o pensamento da indução de leis.

Gostaram das dicas, mas ainda tem duvidas?

Segundo a Teresa Ruas, nos dois primeiros anos de vida, vocês podem pedir dicas e sugestões aos pais, eles podem dizer e pontuar o que a criança ainda não tem e também o que precisa. E conforme eles vão crescendo, podemos perguntar o que a criança gosta ou deseja ganhar, desde que esteja compatível com o contexto e realidade que os pais, tios e amigos possam prover. Quem sabe dar 3 sugestões, e ela escolhe o que preferir.

Outra coisa que acontece com todas, se ainda não aconteceu com você, pode acontecer logo é do filho falar que não gostou do presente. O que devemos fazer?

Segundo a Teresa Rua, até mais ou menos os primeiros cinco anos, a criança não sabe o que é a mentira e nem sabe mentir. Depois, com 5, 6 anos, ela começa a entender que a mentira é algo “feio” e que não deve ser realizada no seu dia a dia. Um pouco mais adiante começa a compreender algumas mentirinhas, mesmo sabendo que não é correto. Portanto, diante do desenvolvimento cognitivo e afetivo que a criança apresentar em cada faixa etária, temos que compreender a honestidade das crianças e pontuar os valores, normas e regras sociais que a criança deve aprender em cada contexto vivido. Porém sem grandes neuras, lidando com a honestidade e ensinando os valores e regras sociais.

Espero que as dicas ajudem vocês, mamães.

Beijos

Angi

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