11.dez.2015

gestora de VIDA

É engraçado quando uma mulher fala: “não trabalho, apenas cuido das crianças!” Confesso que teve uma época em minha vida que condenava tal atitude.  Afinal onde estava a mulher completa nesta situação? A profissional se abafava, pois a demanda de funções que gera o “ser mãe” é grande. Ficar encarregada de tomar conta das crianças vai muito além de ser a figura materna.

Temos uma casa para organizar. É igual a uma empresa: compras, organização de estoque, e manutenção. Os recursos financeiros também tem que ser muito bem administrados, afinal temos que zelar pela saúde financeira desta nossa empresa com razão social “lar”. RH aqui não são Recursos Humanos e sim as relações humanas. E estas são bem intensas!

Temos que gerir aos que mais amamos. E quando for possível também, as pessoas que mais precisamos como uma secretária do lar ou babá.

Além de toda essa administração, temos que desenvolver outros papéis. Seremos motoristas, afinal precisamos levar e busca filho de escola e atividades extracurriculares.

Desenvolvemos uma psicologia nata neste processo. Aprendemos a negociar com filhos, professores, colegas e mães de colegas.

Seremos kids coach, orientando nossos filhos da melhor forma que acharmos, porque todo mundo pensa que mamãe sabe tudo não é? Mal sabem estas cabeças que somos tão inseguras como qualquer outra pessoa.

E como somos maravilhosas não queremos deixar de lado a mulher, a preocupação com a estética, o marido (ou parceiro de vida). Queremos equilíbrio em todas essas situações! E não bastando isso surge um novo movimento: o empreendedorismo materno para conseguir sentir segurança no âmbito profissional.

Enfim, esse papo que “apenas cuido das crianças” não cola mais, ok? A partir de agora se denomine gestora do lar ou gestora de pessoas. Porque fazer tudo isso sorrindo, não é para qualquer uma.  Promova-se para gestora de vida!

Beijos

Vivi

novacolunista_viviane

Comente pelo Facebook

Leia mais!