20.ago.2015

A maternidade e suas contradições!

Ser mãe é se contradizer a todo momento… É chorar na alegria, é carinho num puxão de orelha, é dizer NÃO, querendo dizer SIM, ou dizer SIM, querendo dizer NÃO.

É estar grávida e querer que a barriga cresça e quando ela cresce…pensar:”Aonde essa barriga vai parar?”. É querer que a gravidez passe rapidinho para então curtir o bebê, mas quando ele nasce, morre de saudades da barriga! É passar o dia cansada e torcer para o filho dormir e ter um tempo para você, mas quando ele dorme…não saber o que fazer com esse tempo!

É não ser muito fã de rotina até que se torna mãe e descobre que precisa de rotina para viver melhor. É odiar injeções, mas se pudesse faria a vacina no lugar do filho para ele não sentir dor. É uma fortaleza na hora da dor do filho, por mais que queira desabar!

É querer que o filho coma todo a comida que você fez , mas não querer que ele repita a batata frita, só a saladinha. É não ver a hora do bebê crescer para não depender tanto de você, para você ter um tempinho para quem sabe um curso de crochê, ou voltar para a faculdade, e logo falar: “Deixa que eu pego isso para você, você ainda é pequeno!”.

É querer que o filho brinque na pracinha, sem se sujar porque essa semana está chovendo e não tem mais roupas limpas e mandar descer do escorregador porque é muito alto, ou ir mais devagar no balanço… É querer que as férias comecem para ter mais tempo com os filhos, e logo querer que as aulas comecem porque não consegue fazer nada com o filho o dia inteiro em casa.

Gurias, vou contar um causo que aconteceu ano passado que nunca compartilhei com vocês. Quando o Caê tinha 6 meses, eu já tinha ficado menstruada, mesmo amamentando em livre demanda eu fico menstruada uns 3 meses após o parto, foi assim quando o Antônio nasceu e a mesma coisa com Caetano. Além de menstruar “cedo”, pois muitas mulheres demoram 1 ou 2 anos para menstruar, minha menstruação é regulada. E ela estava bem atrasada, logo achei que estava grávida, aliás, tinha certeza. #abafa Conversei com o maridão sobre minha desconfiança, ele ficou super assustado, porque por mais que a ideia de ter mais um filho seja adorável, o Caetano tinha apenas 6 meses e tão logo teríamos mais um bebê em casa, seriam 2 bebês, mais o Antônio, cá entre nós, um tanto assustador. rs Então nos enchemos de coragem, compramos um teste de farmácia e … deu negativo, e foi aquela tristeza generalizada! Tanto eu, quanto ele, ficamos arrasados. Os dois apavoradas com a possibilidade, mas quando deu negativo os dois só faltavam chorar e começar as tentativas do terceirinho(a). Vai entender, né? 

E por aí gurias, compartilhem algumas contradições de mãe(e de pai)!

Beijos

Angi 

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