7.maio.2013

O que é dislexia { Fala, fono! }

Olá, mamães!
Hoje falaremos sobre a Dislexia, este transtorno de aprendizagem onde basicamente a pessoa lê, mas não entende, ou simplesmente não reconhece as letras e seus sons.
 
Dislexia: A palavra dislexia é derivada do grego “dis” (dificuldade) e “lexia” (linguagem).
 
Mas, o que é Dislexia?
A Dislexia é um transtorno de aprendizagem, de origem neurológica, que acomete principalmente o sexo masculino, caracterizada pela dificuldade no reconhecimento de letras ou palavras, má ortografia, podendo resultar em déficit na compreensão da leitura, ou leitura reduzida, impedindo o crescimento do vocabulário, trazendo falta de interesse nas atividades escolares, entre outras.
Muitas Vezes a Dislexia vem sendo mal interpretada, como um sinal de baixa capacidade intelectual. Mas, pelo contrário, muitas pessoas disléxicas podem desenvolver outras habilidades em diferentes áreas de conhecimento, que não a leitura/ escrita.
 
Como exemplo de Disléxicos famosos, que se promoveram em outras áreas do conhecimento que não a leitura/ escrita, pode-se citar:
  1. Albert Einstein
  2. Leonardo Da Vinci
  3. George W. Bush
  4. John Lennon
  5. Tom Cruise
  6. Walt Disney
 
Alguns sinais de alerta para pais e professores:
  1. Atraso no desenvolvimento da linguagem, tendo iniciado tardiamente a produção das primeiras palavras.
  2. Trocas na fala;
  3. Dificuldade em perceber que palavras podem ser separadas em sílabas durante a fala;
  4. Lentidão no processo de aprendizagem escolar;
  5. Dificuldade em decodificar letras;
  6. Não consegue ler, ou não assimila o que foi lido em frases curtas;
  7. Utiliza estratégias para fugir da leitura;
  8. Resultados escolares não condizentes com a capacidade intelectual: melhores resultados em avaliações orais do que escritas;
  9. Não gosta de ir à escola nem de atividades relacionadas a ela.
 
Tratamento da Dislexia
A Dislexia não tem cura, mas pode ser tratada e seus sintomas amenizados, com auxílio de profissionais da área da saúde e educação, como professores, fonoaudiólogos, pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, neurologistas, para que se possa encontrar uma maneira de facilitar a aprendizagem, superando seu comprometimento escolar.
O tratamento é longo e exige paciência e comprometimento do paciente e família, para que se possam obter melhores resultados.
Abraços,
Taís Alves Batschauer
Fonoaudióloga
CRFª 9309/RS- Porto Alegre

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