21.out.2016

Relato do parto do Santiago!

 Oi guriasss!!

O Santiago nasceu há 1 mês, dia 21 de setembro de 2016 e foi mais uma experiência  linda, especial, maravilhosa, transformadora, intensa, abençoada, cheia de luz e inesquecível! É difícil até descrever o sentimento que senti no parto dele, ainda estou um tanto confusa com o tanto de coisas que tem acontecido por aqui. Não tem nada no mundo mais lindo do que o nascimento de um filho, ainda que você tenha 10 filhos, não que seja minha intenção (hahaha), cada nascimento é único, assim como cada filho! Gurias, já aviso que esse relato ficará um pouco muito longo, mas tenho que falar de todos os detalhes do antes e durante, desde o repouso, até o dia tão esperado, tudo bem?

A gravidez estava evoluindo muito bem, mas quando chegamos nas 28 semanas, tive que fazer repouso. O repouso foi indicado, pois já estava dilatando e o colo do útero estava afinando, são dois fatores importantes que podem indicar início trabalho de parto. Assim, minha médica, a Dra Karla Brouwers indicou repouso relativo, onde eu podia fazer algumas coisas, como tomar banho, ir ao banheiro, mas era para eu ficar o máximo possível deitada/sentada. O repouso foi bem difícil, ainda mais com 2 filhos, mas hoje posso dizer que foi ótimo, apesar da tensão que é pensar que seu filho pode nascer antes do previsto e apesar do tédio que é ter que ficar em casa. Mas pude descansar bastante, já que andava muito cansada, pude relaxar, assistir uns seriados na #netflix, posso dizer que curti a gravidez do jeito que deu e faria tudo de novo por ele!!!! 

Quando finalmente chegamos na 37ª semana, muito felizes, gratos e aliviados, pois ele já poderia nascer e não seria mais considerado um bebê prematuro, fui liberada do repouso e passei a ter uma rotina mais agitada. Mas não muito, pois já estava com 4,5cm de dilatação e sentia bastante pressão/dor na pelve. Eu sentia dor nos ossos da pelve, o que nunca senti antes, em nenhuma das duas gravidez. 

Uma coisa que não tinha contado por aqui é que minha médica iria viajar dia 16 de setembro, sabíamos disso desde o início da gravidez, mas como o Caetano nasceu de 38 semanas e depois com a dilatação, acreditávamos que ele nasceria antes da viagem dela e arriscamos. Os dias estavam passando lentamente, um misto de sentimentos, pois queria que ele nascesse  “logo” para ter minha médica comigo, mas também queria que demorasse para curtir ao máximo a gravidez… coisas de mãe, vai entender! Chegou o dia 16 de setembro, frio na barriga, ansiedade, minha médica viajou e nada do Santi querer nascer. Comecei a surtar por dentro, porque não tinha consultado nenhuma médica ainda. Ela me deixou o contato de alguns médicos da equipe dela, para consultar e ligar caso entrasse em trabalho de parto. Eles  já sabiam da minha situação, mas com as viagens do maridão, com a mudança que ainda faremos esse mês, estava tensa demais… Tinha FÉ que Deus estava cuidando de nós, mas tinha um medo danado de chegar na hora e ter que parir com um médico que nunca vi na vida… rs 

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O tampão mucoso estava saindo desde as 30 semanas, (se você não sabe o que é clica AQUI) não foi muito, mas saiu um pouco de muco clarinho. Depois com 36 semanas saiu mais um pouco de tampão clarinho. Até que com 39 semanas e 6 dias saiu tampão com sangue, naquela noite o marido tinha saído para jantar com uns amigos. Eu já tinha avisado que estava chegando a hora… ele chegou por volta da meia noite, arrumou a cozinha até uma da manhã e foi dormir. Eu já estava dormindo há um tempo, até que pelas 4:20 eu senti uma contração suuuuuuuuuuuuuuper forte, como não tinha sentido nenhuma com tal intensidade até então, imaginei que teriam mais contrações. Então resolvi baixar um aplicativo para contar a duração e intensidade delas. Acordei o maridão e pedi para esquentar uma bolsinha de ervas e coloquei nas costas para aliviar a dor. Tive a segunda contração 10 minutos depois, com intensidade moderada e mais uma suuuuuuuuuuper intensa 10 minutos depois!

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Foi aí que uiveiiii!!! Falei com minha doula que estava chegando a hora do Santi nascer, chamei o marido de novo e ele ligou para o médico da equipe da minha médica. Depois ligou para meus pais virem para casa para ficarem com os guris… então entrei no chuveiro para aliviar as dores! Eu simplesmente não conseguia falar direito, a vontade era de gritar loucamente e falar palavrão! #PARTOLÂNDIA 

As contrações só aumentavam de intensidade e duração, ficava cada vez mais difícil de suportar a dor, nessa hora começou a me dar medo e muita ansiedade por não ter consultado com o médico ainda, eu sabia que sentir medo só intensificaria as contrações, mas era mais forte do que eu. P.S. Eu sei que no SUS é assim, que na maioria das vezes você só conhece o médico na hora do parto, mas eu não queria que fosse assim, por isso que fazemos o possível e impossível e pagamos convênio médico, porque não queria depender do SUS. E espero de coração que a verba destinada para saúde chegue na saúde, para que ninguém precise mais pagar para ter o básico, um atendimento respeitoso. 

Ligamos para meus pais que ainda não tinham saído de casa, então combinamos de nos encontrarmos lá no hospital Divina Providência, já que demoraríamos uns 45 minutos até chegarmos lá.

Fomos para o carro e senti muito medo, medo da dor, medo de morrer e deixar os guris sem mãe, medo de ter que fazer cesárea, me lembro de pensar por que raios eu quis mais um filho? A LOUCA TOTAL! 

Entramos no carro, os guris estavam acordados, eles sabiam que o mano chegaria naquele dia. Eu não conseguia controlar os gritos/uivos/gemidos durante as contrações, sentia que gritar aliviava as dores, eu precisava gritar, mas não queria assustá-los, então aumentei muuuuuuuito o volume do rádio, coloquei Raça Negra (a única música que achei) e chegamos no hospital às 5:50 da manhã! #SimSouPagodeiraVintage

Os meus pais já estavam lá esperando os guris. A minha doula Janine já estava nos esperando… O Guto colocou as cadeirinhas dos guris no carro do meu pai, eu fui para a maternidade! Estava com muuuuita dor, já estava um tanto totalmente fora de mim, doía para andar, para sentar, para respirar, eu sabia que estava perto, pois pensava que estaria com no mínimo 5cm, já que com 38 semanas eu já estava com 4,5cm…

Fui para a triagem, onde eles fazem o monitoramento da pressão, temperatura, batimentos do baby e a enfermeira me perguntou se eu conhecia a Dra Ana Claudia Codesso que estava ali na maternidade! Nessa hora eu AGRADECI a Deus por ter me enviado um ANJO. Ela foi minha obstetra no começo da gravidez do Caetano, mas acabei mudando, pois ela estaria de férias. Nessa gravidez eu continuei com a minha obstetra do parto do Caetano, mas ela viajou de férias e reencontrei a Dra Ana Claudia. Elas são da mesma equipe, aliás, são amigas!! Aiii, desculpa se ficou confuso, kkkkkkkkkkkkkkkkk mas acho que deu para entender, né? A Dra Ana Claudia Codesso então fez o toque e eu estava com quase 9cm!!

SÉRIOOOOO????? Como assim quase 9 cm?? SENHORRRR OBRIGADAAAAAAAAAAA!!! Tudo que eu sempre quis era chegar no hospital quase parindo!! Fiquei imensamente FELIZ e com um pouco muito de medo, confesso… Eu sabia que muito em breve estaria com Santi nos meus braços, agora era comigo e com ele!!! 

Fomos para a sala de parto, com a luz bem baixa, ar condicionado desligado, estava um pouco friozinho e eu sentia bastante frio. A enfermeira perguntou quem iria me acompanhar, eu disse que a minha doula e o meu marido, porém ela disse que seria um ou outro. Eu insisti que a minha doula ficasse enquanto o marido estivesse dando a baixa nos meus documentos no hospital. Ela foi falar com a responsável, mas quando vi que minha doula não chegava, imaginei que não teriam permitido! Infelizmente em Porto Alegre as doulas não são permitidas POR LEI durante o parto, depende da equipe do dia. A minha doula Janine é muito abençoada, ela foi fundamental durante a minha gravidez, muito mais do que uma doula, nos tornamos amigas da vida. Ela esteve ao meu lado durante os melhores e piores dias, veio me visitar no repouso, ouvia meus desabafos no whats. Ela fez falta durante o parto sim, pois queria muito que ela estivesse ao nosso lado e me ajudaria muito com técnicas para aliviar as dores, mas ela esteve presente de alma, ficou o tempo todo no hospital até o nascimento. E sem dúvida a presença dela durante a gravidez foi de extrema importância! #AmoDoula #TodaGestanteDeveriaTer

Na sala de parto tem a cama de parto, banheiro com chuveiro, bola de pilates, barras na parede para apoiar… é maravilhosa! Fiquei um tempo no chuveiro, rebolando na bola, e foi TÃO BOM! Lembro que no parto do Caetano eu não gostei muito de ficar no chuveiro, mas como cada parto é diferente, dessa vez ficar no chuveiro quentinho aliviou muito as dores, enquanto eu rebolava na bola sentia que ele descia, e as dores só aumentavam! Enquanto isso eu conversei com a minha médica, tentando criar laços mesmo que durante o trabalho de parto. Eu queria ter alguma intimidade com ela, conversamos sobre o parto do Antônio e do Caetano, demos risadas, falei do meu plano de parto, falei que não queria anestesia, nem episiotomia, falei que queria PARTO NATURAL! 

Eu sentia muita dor, claro, mas não pedi anestesia! Além das dores da contração, sentia dor nos ossos da pelve, já vinha sentindo há algumas semanas… Eu queria sentir todas as dores, pois sim, parir dói, eu já sabia, eu já tinha parido! 

Até então o marido ainda não tinha chegado na sala de parto, eu só queria que ele chegasse logo, pois ele ainda estava na recepção resolvendo a papelada. Porém depois que saí do chuveiro, os gemidos eram de quem já estava no expulsivo, então fizemos mais uma vez o toque e já estava com 10cm, dilatação TOTAL!

UHUUUUU NÃO ACREDITAVA que já estava com 10cm!!

Acredito que era um pouco mais de 7 horas da manhã, eu já tinha perdido a noção de tempo, já estava na partolândia total desde que saí de casa. Não fazia a menor ideia de quanto em quanto tempo vinham as contrações, não sei quanto tempo duravam, só sentia intensamente cada contração. Sempre me considerei forte para dores, mas já tinha perdido o controle! Simplesmente não lembro de ter sentido tanta dor na vida, nem no parto do Caetano, para vocês verem como esquecemos das dores… hahaha

As enfermeiras ligaram para o marido vir para a sala de parto logo… e assim que chegou eu respirei aliviada e pensei: FILHO PODE NASCER, papai já está aqui!!

Me apoiava na barra entre uma contração e outra, mas não senti que aliviavam as dores… então fiquei um pouco acocada e abraçada no maridão. Em algum momento eu senti vontade de ir para a cama, descansar, tentar relaxar, e senti vontade de fazer cocô, queria ir no banheiro, mas sabia que era porque ele iria nascer…. Senti muita sede, marido me dava uns goles de água, lembro de uma hora pedir água para ele e ele achou que eu queria a mão, e aí disse: ME DÁ ÁGUA, ÁGUA, tô com a boca seca, não quero a mão! hahaha bem louca!!! 

A Dra Ana Claudia Codesso me deixou super a vontade para escolher a posição mais confortável para nós. Ela estava ali para que quando eu quisesse fazer força, assim eu fizesse. Não dirigiu as forças, não interferiu em nenhum momento, como um parto tem que ser. Comecei a sentir cada vez mais vontade de fazer força durante as contrações, então fiz… mas sentia que a força não era suficiente, ou que não fazia a força certa. Eu não sei explicar, mas parecia que eu fazia força e nada acontecia, sentia ele pressionando, parecia que eu estava há horassss ali. Lembro de conversar com ele e falar: Meu filho, meu amor, veeeem, mamãe está aqui! 

Fiquei um pouco desanimada, pois parecia que não ia acontecer, vontade de chorar de dor e medo, cheguei até a pensar em fazer cesárea. A Dra Ana falou que a bolsa estava “embochechando”, que a bolsa estava embaixo, o bebê em cima, e que a cada força que eu fazia ela só via a bolsa… Eu não queria romper a bolsa,  mas perguntei para ela se ela rompesse a bolsa ajudaria a nascer? Ela disse que sim, que nesse caso seria mais fácil! Então perguntei como ela romperia a bolsa e ela disse que com a mão mesmo durante a contração, que era só colocar o dedo que ela rompia, que não ia doer. Então pedi para que ela rompesse, bem na hora que o marido foi no banheiro, na próxima contração ela rompeu… só escutei um CHUÁÁÁÁ, muuuita água saiu e lembro que senti um alivio enorme, não acreditava que não tinha pensado nisso antes, foi um alívio surreal!

Depois disso eu senti que tinha que fazer força, e por incrível que pareça, senti que não precisava fazer tanta força, que com o rompimento da bolsa ele tinha descido o que faltava. Pedi para colocar a barra na cama, e achei ótimo, pois pude apoiar os braços e ajudou na hora que sentia vontade de fazer força. Não lembro quantas forças fiz, mas lembro da médica falar que o cabelinho estava aparecendo e que ele era bem cabeludo.

Agora eu senti que tinha chegado a hora, era hora dele nascer, e de eu renascer! Então fiz uma força e saiu um pedaço da cabeça, foi muito diferente do parto do Caetano, que eu fiz anestesia, nesse eu pude sentir perfeitamente ELE COROAR, SENTI O CIRCULO DE FOGO!!! O marido estava na frente, olhando tudo. Depois fiz mais uma força e saiu toda a cabeça. Enquanto não vinha outra contração eu coloquei a minha mão e senti a cabecinha dele… Fiz mais uma força e saiu o ombrinho e até que fiz a última força e saiu todo o corpinho!!!!! Foi o expulsivo mais suave do mundo!! 

Eram 8:21 da manhã, aproximadamente duas horas depois de chegar na maternidade, nem acreditei que tinha sido tão rápido, e tão intenso! Não tenho palavras para descrever esse momento, é como vivenciar um milagre! 

Santiago veio na hora para meus braços e assim foi por uma hora inteira! Meu coração transbordava de amor, alegria, orgulho e gratidão! Ele chorou um pouco, coloquei no peito, mamou por muito tempo e ficamos aninhados! Eu, maridão e ele, um momento só nosso, parece que o tempo parou e que estávamos só nós 3 ali. Ele nos olhou como que reconhecendo as vozes que escutou durante aquelas 40 semanas! E como ele nasceu grande, com uma força, dedos compridos, cheio de dobras, ainda não acreditava que ele tinha saído de dentro de mim! Não tinha playlist de parto, mas se tivesse seria “Minha flor, minha cor, minha cara”, achei que nasceu a minha carinha, uma misturinha dos guris. Eu só conseguia sorrir e agradecer a Deus, vontade de gritar: CONSEGUI PARIR DE NOVO!!!!

Esperamos o cordão parar de pulsar, e adivinha quem cortou o cordão umbilical?

EUZINHA!!!!! Já tinha conversado com o marido, como ele cortou o do Caetano, eu queria cortar dessa vez. Para mim foi muito emocionante e simbólico, nessa hora chorei! Um tempo depois chegou a hora da placenta sair, foi super tranquilo, bem como me lembrava, mas ainda não sei se não dói nada, ou se estava tão FELIZ E EMOCIONADA com ele nos meus braços que não senti dor. Nós guardamos a placenta para plantar no sítio com uma árvore que o Antônio ganhou na escola. Dessa vez eu quis fazer tudo que tinha direito, até porque acredito que não vou engravidar mais… prometo que assim que plantarmos eu mostro para vocês a árvore! A Dra Ana Claudia analisou se precisaria de alguns pontos, e NÃO TIVE NADA DE LACERAÇÃO, não precisaria de pontos, nem acreditei, fiquei tãããooo feliz! 

É impressionante como assim que o bebê nasce a dor vai embora, junto com os nossos medos. Só fica a ALEGRIA, EMOÇÃO, AMOR, ORGULHO, FORÇA, CORAGEM! 

Depois de uma hora levaram ele para a pediatra, Santiago nasceu medindo 53cm e pesando 3.970kg, com apgar 9 – 10, bem cabeludo e LINDO, LINDO, LINDO! Não foi pingado o colírio, e não quisemos dar banho logo que nasceu, tomou banho no quarto e conosco…

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O Santiago nasceu e eu renasci novamente! Me senti capaz de TUDO E MAIS UM POUCO! Sabia que eu era capaz de parir, afinal já tinha parido antes, mas durante o trabalho de parto a gente fica fora da casinha e é tão difícil lidar com os medos e pensamentos negativos que muitas vezes querem nos dominar! Por isso é tão importante saber o que você quer para seu parto, pois na hora do parto você não consegue raciocinar direito, você é um bicho, age por instinto total! 

Foi tudo lindo, especial, maravilhoso e perfeito, muito melhor do que poderia sonhar!  Eu estava sem meu celular, imagina que pensaria em fotografar nesse momento, o maridão até estava com o dele, mas também nem pensou nisso, e não temos nenhuma fotinho do parto, mas está tuuuudo na memória! Nós vivemos intensamente o momento, sem registrar em fotos, mas com registros eternos na nossa memória!

Agradeço imensamente a Deus, pois Ele sabia que tudo daria certo, ainda que algumas vezes eu duvidei… Agradecer ao maridão, pois sem ele não seria possível. Só a gente sabe o que passamos nessa gravidez, com o repouso, com as muitas viagens que ele fez, não foi fácil, mas superamos e ele pode ver e me apoiar no nascimento do Santi! Mil vezes muito obrigada a Dra Ana Claudia Codesso, uma anja que apareceu na maternidade e nos permitiu ter o parto natural humanizado que eu sempre quis, nos permitiu ficar uma hora com Santi assim que nasceu, respeitou nossas vontades, teve paciência em esperar a hora dele, é uma médica muito humana, além de ter aparado meu períneo  que ficou íntegro, realmente não tenho palavras para te agradecer! Obrigada Janine, minha doula linda, por tanto apoio durante toda a gravidez, te amooo! Obrigada especial ao meu filho amado, que nos escolheu como família. Só nós sabemos o que passamos essa gravidez, com repouso, viagens do papai, mas tudo foi importante para nos fortalecer e unir ainda, te amamos, Santi! 

Eu sei que demorei, gurias, mas esse primeiro mês é muito cansativo e com a mudança estou mais na correria ainda. Espero que esse relato possa inspirar muitas mães e gravidinhas que desejem parir!  

Algumas fotinhos do pós parto, já que né? Não tiramos nenhuma!!!

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beijos

Angi

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