10.jun.2011

Senta que lá vem a história…

Amigas!
Adoro um cafézinho, um papo de cumadres, e hoje trouxe uma amiga, com uma história emocionante, e espero de coração que nenhuma mulher passe por isso, só de ler esse texto fico mega emocionada. A  é uma amiga, que se tornou mais especial, super astral, agilizada, querida, e parceira para tudo! Chamei ela para tomar um café comigo, convido vocês para conherem o blog dela também.Afinal, é sempre bom poder desabafar, e dividir histórias!Lógico, a história não é feliz, mas ela é uma super mulher, e leva a vida muito alto astral!Desejo que realize teu maior sonho logo!!
Se alguém conhece alguém que passou por algo parecido, e quiser compartilhar,sempre são bem vindos!
Uma boa tarde para vocês!!
Obrigada o carinho de sempre, adoro, e tem me feito mais feliz!!
Beijos Angi


Oi mulherada!
Meu nome é Luciana e, à pedido da Angi, vim trazer um pouquinho da minha história pra vocês!
Em julho passado (meu Deus, já vai fazer um ano…) eu fiquei grávida. Foi o dia mais feliz da minha vida até hoje!
O que eu não imaginava é que o dia mais triste, viria logo em seguida…
Vocês sabem o que é “ovo-cego” ou “gestação anembrionada”? Eu não fazia a menor idéia… Até que descobri isso em mim!
A gestação anembrionada (como eu prefiro chamar) é literalmente o que o nome diz: sem embrião. Aí alguém vem e pergunta: mas foi gravidez psicológica, então? NÃO! NÃO FOI!!!
Teste de farmácia positivo, teste de sangue positivo, ecografia transvaginal NORMAL!
Com 7 semanas, fui até o laboratório para ver o tamanho do embrião e os batimentos cardíacos: CADÊ?
O saco gestacional já estava num tamanho bem avançado e não havia nada dentro, nem mesmo a vesícula. Entrei em choque e a partir desse momento, meu mundo começou a desabar!
Quem me conhece, sabe que há muitos anos o sonho da minha vida e ser mãe. Sou casada e meu marido sonha com isso tanto quanto eu, o que ajudou bastante na hora da minha dor. Como eu poderia ser tão egoísta a ponto de me fechar em copas e esquecer do mundo ao meu redor, sabendo e vendo que a pessoa que estava ao meu lado estava sofrendo tanto quanto eu?
Dias depois o aborto começou.
Meu médico já havia me preparado para essa situação, então não entrei em pânico. No dia seguinte já marcamos hospital para fazer a curetagem, foi aí que começou o problema com o plano de saúde…
Com dor no meu coração e cansada de toda a situação horrível que eu estava vivenciando, ainda tive que explicar pra VÁRIAS pessoas diferentes qual era o meu problema, enquanto todos pensavam que eu queria simplesmente interromper uma gravidez indesejada…
Enfim, continuo tentando engravidar, desde setembro de 2010, e a cada menstruação (monstra como as meninas dos fóruns costumam chamar) que desce é mais uma oportunidade perdida e mais uma tentativa sem êxito.
Já estamos em junho e o que posso concluir com isso tudo? Só posso dar graças de que, já que houve um problema genético na minha primeira gravidez, o meu bebê não tenha evoluído com algum problema ou má formação e que eu tenha saúde para continuar tentando, mês após mês! Tenho uma pessoa que eu amo muito e que eu sei que também me ama ao meu lado e amigos que fazem os meus dias serem menos infelizes…
Desejo do fundo do meu coração que todas as pessoas que passaram, ou que ainda irão passar, por isso algum dia tenham calma e serenidade para enfrentar a situação de cabeça erguida e que entendam que tudo na vida é aprendizado!
Na hora da dor, descobrimos muitas coisas boas… Amigos, por exemplo!
Um beijo à todas às mamães e às futuras mamães e, para as “treinantes” como eu, me despeço como eu faço em todos os posts no meu blog.
BEIJOS FÉRTEIS E POSITIVOS,
 
Lully’s

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