4.abr.2017

Sobre o primeiro, segundo e terceiro filho!

O primeiro filho, muitas vezes, é o privilegiado, pois terá a atenção exclusiva dos pais até que tenham mais filhos! Mas isso não quer dizer que o amor será maior, nem nada disso! Pois o amor da mãe se multiplica a cada filho, e a paciência também, viu?
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O segundo filho tem o privilégio de ter não só o amor e atenção dos pais, como do irmão mais velho desde a barriga, e cá entre nós, é muuuuito especial!
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E quando chega o terceiro filho o amor transborda, o coração aumenta de tamanho, o cansaço também, e como dar atenção para todos os filhos? É muito difícil, você tem que aceitar que é impossível dar atenção igualmente para todos! Muitas pessoas falam para darmos bastante atenção ao(s) irmão(s) mais velhos, justificando que o bebê não sente como o(s) mais velho(s). Eu discordo, o bebê sente sim, sente desde a barriga, e é comprovado.
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Mas como se dividir enquanto o amor se multiplica? Prioridades, gurias, quem precisa mais de você? Quem depende Unica e exclusivamente de você? O bebê! É assim que faço por aqui, o Santi precisa de mim para muitas coisas. Eu amamento, faço suas frutinhas, troco fraldas, mudo a roupa, dou banho e faço questão de ter um tempo só com ele. Já os guris fazem muitas coisas sozinhos, eu não preciso dar comida na boca, nem tirar a roupa para irem pro banho, não usam fraldas…
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Mas a culpa? Ou você se livra dela, ou vai ser escrava dela! Sim, sinto culpa quando faço algo que acho que não fiz meu melhor! Mas quando aceitei que sou mãe e não super heroína, a minha vida ficou muito mais leve. Quando entendi que nuuuuunca serei a mãe que fui quando tinha um filho, me tornei uma mãe melhor! Converso com os guris que eles estão crescendo e por enquanto o Santiago precisa mais de mim. Falo que quando eles eram bebês eu fiz a mesma coisa, fazia tudo por eles. Sei que o Caetano ainda é pequeno, mas incentivo sua independência, encorajo, vibro a cada conquista, quando coloca o calçado sozinho, quando escova o dente sozinho (depois eu confiro, claro)…
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Eu sei que para as mães os filhos sempre serão bebês, mas quero que meus “bebês” sejam independentes e saibam que apesar de ter que me dividir para suprir a necessidade de todos, meu amor só multiplica, a cada dia, assim como o tamanho do meu coração e minha GRATIDÃO

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