29.maio.2018

Sobre se colocar no lugar do outro…

Hoje fomos buscar o papai no trabalho, (essa foto é do ano passado, hoje não registrei o momento), e depois fui malhar! Ele voltou a pé com os guris para casa, Antônio e Caetano caminhando e o Santi no carrinho. As ruas são bem ruins para andar de carrinho, logo que começou a empurrar o carrinho falou: “Nossa, que rua ruim, né?”

Eu ri, pois são péssimas, e ando diariamente pequenos trajetos com os guris, por motivos de praticar atividade física com eles, andar trajetos que podemos fazer, também por não ter terminado a minha carteira, (volto em julho para a auto escolha). Quantas vezes preciso andar no meio da rua porque não tem calçada? Não é fácil!

E isso me fez (re)pensar como só podemos falar de algo quanto calçamos os sapatos, né? Eu ando para cima e para baixo com o carrinho e não reclamo mais, porque já me acostumei mesmo, as calçadas são ruins, sem rampa para descer/subir, com pedras, bem difícil mesmo de empurrar, mas não foco nisso, pq já morei em 7 cidades e nenhuma delas tinha ruas boas para andar de carrinho, é um problema nacional mesmo!

Mas quantas vezes não pensamos no problema do outro antes de falar? Quantas vezes falamos sem nem viver aquela experiência? Por isso trouxe essa reflexão, antes de falar, pense se já passaste por essa situação e tem algo bom a falar! E se não viveu, claro que podes ter opinião, mas quem sabe se coloca no lugar do outro antes de falar sem pensar? E viva a empatia!

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