14.dez.2011

"SUPERMÃES" Parte VII

Eu disse que o Especial Supermães viraria uma coluna mensal aqui no blog. Depois de um tempinho sem nenhuma convidada, hoje eu tenho a honra de ter uma blogueira querida, que se tornou amiga. Eu a admiro muito.  Sempre quis saber um pouco mais dessa mãe, porque viver em outro país, com 2 filhos e esperando mais um(a) não é para qualquer uma…só sendo “SUPERMÃE”! Já sabem de quem estou falando,né? É a Celi, que escreve no blog “Nova Vida, Vida Nova” que eu adoro, sempre com ótimos posts sobre experiências e dilemas de mãe. Vocês vão AMAR! Agradeço a Celi por ter aceito o convite, és sempre bem vinda aqui no blog, aqui em casa…

“Quando eu era professora de Educação Infantil no Brasil observava algumas mães e ficava pensando no jeito delas, como conseguiam dar conta e ser tão maezona. Uma mãe carinhosa, atenta, próxima, atenciosa, cuidadosa; enfim, admirava muitas delas e ficava pensando que quando tivesse um filho gostaria de ser igual.

Engraçado que observava o jeito e dizia a mim mesma sobre a postura que também não gostaria de ter diante dos meus filhos.

Mas me dei conta de muitas atitudes pouco coerentes, segundo meu ponto de vista, somente hoje sendo mãe. Muitas vezes fazemos coisas incoerentes, mudamos totalmente a nossa postura a fim de dar conta de algo maior. Queremos fazer o melhor e nessa tentativa também experimentamos outros jeitos de lidar.

Hoje compreendo que as mães são super mães, super heroínas, pois a maioria abraça uma responsabilidade sem tamanho e, acima de tudo, defende seu filho com unhas e garras. Para ela não tem ninguém mais importante, pois o amor é tão grande, algo tão inexplicável.

Uma mãe pode ser comparada a um super herói, pois dá conta de tudo e mais um pouco. Acaba tendo super poderes para correr atrás de tudo que falta para ver o filho bem e feliz.

Para ser mãe, uma super mãe, exige tempo e dedicação. Isso é fato! Comprovei isso quando tive meu primeiro filho e ainda trabalhava. Comecei a entrar num dilema, pois não conseguia fazer o melhor profissionalmente e como mãe. Tem pessoas que conseguem, que separam muito bem e encontram um equilíbrio. Agora, tem pessoas que se cobram muito e exigem um tanto a mais. Prazer, essa sou eu!

Com isso chegou a hora de decidir o que seria melhor no momento e isso envolvia também mudar de país, viver de uma outra maneira. Tomamos a decisão, parei de trabalhar, mudamos de país e passei a viver para a maternidade. Apesar de toda adaptação vivendo em outro país, com uma cultura totalmente diferente, sou feliz e realizada. Sei que posso me dedicar exclusivamente aos meus filhos e, o melhor de tudo, acompanhar passo a passo o desenvolvimento deles. Tão bom quando é a mãe que observa uma conquista realizada!

Nessa vivência toda fui descobrindo como ser mãe! Abraçando cada momento ao lado deles. Apesar de todas minhas dificuldades, longe da minha família, vivendo apenas com meu marido na Alemanha, sou uma mãe com super poderes. E posso compartilhar o que realmente me deram forças para continuar enfrentando tantos desafios? Para ter tantos poderes?

Meu filhos! Digo filhos pois logo que cheguei aqui engravidei do Thomas e hoje estou grávida do terceiro. Minha família passou a ser algo muito importante para mim. Meus filhos deram e me dão toda força que preciso para me adaptar num país totalmente diferente. Eles me ocupam de uma tal maneira! Trazem uma alegria tão grande que me sinto uma super mãe.

Meu marido! Pois ele contribui muito sendo um super pai, um super marido, ajudando-me a encontrar os poderes que faltam para dar conta da demanda que tenho e assim, ser cada dia uma mãe melhor, uma super Mãe.”


Quero agradecer imensamente o convite da Angi por compartilhar com vocês o quanto nós somos SUPERMÃES OU SUPERPAIS. Todo mundo é um super herói / heroína, pois a partir do momento que temos um filho, pouco a pouco, passamos a ter muitos poderes. Eles dão o impulso para nós, o que falta na nossa vida!


Thomas, Celi e bebê, Felipe! Lindos,né?

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